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Juara/MT - 19 de Novembro de 2017
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Deputado de MT compara Presidente Michel Temer com Jesus Cristo e fala em 'injustiça', Veja vídeo

 


Imagem:Reprodução


  Karine Miranda, repórter do Gazeta Digital


 O deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) voltou a defender o presidente Michel Temer (PMDB) da acusação do crime de corrupção passiva no âmbito da Operação Lava Jato. Para Bezerra, a denúncia contra Temer é comparável à de Jesus Cristo, que levou a sua crucificação.Bezerra, que é membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, diz que o relatório apresentado pelo colega Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que recomendou o prosseguimento da acusação contra Temer no Supremo Tribunal Federal (STF), é “inepto”.Temer é acusado de ter usado o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para receber vantagens indevidas do empresário Joesley Batista, dono da JBS. O áudio da conversa gravada pelo empresário com o presidente é uma das provas usadas pela Procuradoria-Geral da República.“Sou membro da CCJ e votei contra o parecer do relator. Sou advogado e me especializei no direito criminal. Essa denúncia apresentada é totalmente inepta tecnicamente. Quem conhece de direito penal sabe disso, tanto é que o relator dizia que as provas eram frágeis”, disse Bezerra, em entrevista ao jornal do Meio Dia, da TV Record Cuiabá.

Questionado se a gravação não seria motivo para abrir uma investigação contra Temer, o deputado disse que “não é suficiente”. “A gravação não prova nada. (...) Aí o relator diz in dubio pro societate. Inventou essa figura em que o primeiro a ser condenado foi Jesus Cristo. Não acharam nenhum crime nele, mas a plebe queria a condenação à forca. Pôncios Pilatos mandou matá-lo, mas ele era um inocente”, afirmou.

Bezerra assegurou ainda que não se trata da figura do Temer, mas que a peça jurídica não possui validade. “Tecnicamente a peça era inválida, por isso votei. Se não fosse Temer, fosse qualquer outro presidente, eu votaria do mesmo modo”, disse.O parecer de Zveiter foi rejeitado e, então, o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) assumiu como novo relator erecomendou a rejeição da denúncia. Na mesma época, Temer liberou R$ 1,8 milhão em emendas parlamentares. Somente os membros da CCJ receberam mais de R$ 100 milhões em emendas.

Emendas – No entanto, Bezerra firma que o valor não tem relação com o voto para rejeitar a denúncia contra Temer. Cuiabá deverá receber R$ 80 milhões em emendas federais, que deverão ser usados para o aporte do custeio da saúde em Mato Grosso.“Eu nunca precisei fazer negociação para emenda. Isso é um pouco de falácia. Sempre liberei meus recursos independente de negociação. Essas liberações são impositivas, legais, o governo é obrigado a fazer. Você apresenta emenda no orçamento e o governo é obrigado”, disse.

A denúncia contra Temer deverá ser lida no plenário da Câmara dos Deputados no dia 2 de agosto. No dia da votação, deverá haver o quórum mínimo de 342 deputados para a apreciação do relatório contrário à aceitação da denúncia.

  Veja o vídeo da entrevista

 





Fonte: Gazeta Digital
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